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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Dica rápida para unhas

Usei este tipo de produto pela primeira vez numa viagem ao exterior, quando o esmalte teimou em não permanecer sobre as unhas. Como não havia levado nada para retirá-lo sem violência, arrancando sem piedade, entrei numa farmácia (adoro entrar e passear numa farmácia, embora não seja fã de remédios) e comprei discos umedecidos. Fáceis de usar e de carregar na mala.
Confesso que por pura falta de lembrança não havia procurado por este produto no Brasil. Afinal é mais comum usarmos a acetona com algodão, embora não seja recomendável para a saúde das unhas.
Bem, se eu não fui procurar o produto, o produto me achou!!! E por acaso! Estava fuçando as prateleiras na Farmácia Pague Menos para ver as novidades cosméticas e ele me achou! Da marca Océane, em várias fragrâncias ou sem perfume. E é baratinho: custa entre R$ 5,00 e 7,00, dependendo do lugar (depois vi que são vendidos também nas lojas Sacolão). A versão sem perfume, a qual eu prefiro, está na ponta mais cara da variação de preço. Há outras marcas no mercado, mas pelo que já vi, são mais caras.

Ótimo para ter em casa, melhor ainda para viagem. Pelo menos enquanto o esmalte duradouro não cai em uso regular. Sim, ele existe, mas é em gel e deve ser aplicado por profissional qualificado, pois parece uma tinta e só pode ser removido com o devido solvente.


Deem uma olhada no que eu achei aqui em Natal:


Já conheciam? Já usaram? Espero que tenha sido útil de alguma maneira.
AB

domingo, 11 de novembro de 2012

Saude pública: esportes pagos pelo seguro saúde?


Em breve, talvez, o parisiense será pago para andar de bicicleta por Paris. O Estado francês está de olho em uma experiência que começou agora, início de novembro, no leste da França.
A cidade de Strasbourg, na Alsácia, acabou de implementar uma proposta de saúde pública interessante. Desde o dia 5 de novembro, e durante um ano, a prefeitura vai experimentar um projeto chamado Esporte – saúde com receita médica. Os médicos agora devem prescrever uma atividade esportiva aos seus pacientes que possuem doenças crônicas como alergias, diabete, obesidade e problemas cardíacos.
Com o pedido médico, o paciente é recebido por um professor de educação física que aconselha os esportes adequados. Em seguida, basta se inscrever gratuitamente nas atividades propostas e entre elas, bicicleta, natação, caminhada nórdica, remos… Tudo será pago pela Prefeitura de Strasbourg que deseja substituir receitas médicas de medicamentos por receitas médicas de atividades físicas. No final este programa vai criar uma economia de 56,2 milhões de euros por ano.
O governo francês observa com atenção a experiência alsaciana e talvez, em futuro próximo, o esporte entrará como medicina preventiva na cultura médica francesa. De acordo com um responsável da saúde pública, hoje em dia o estado prefere pagar um jogging que um medicamento.

Fonte: Conexão Paris

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Saúde é o que interessa!



JULIANA VINES
DE SÃO PAULO

"Se o sedentarismo fosse reconhecido como uma doença, assim como diabetes e hipertensão, seria mais fácil educar a população para a importância do tratamento universalmente eficaz para isso: o exercício físico", defende o médico Michael Joyner, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos.
Em artigo publicado no "The Journal of Physiology", o especialista diz que a inatividade é o diagnóstico primário de várias enfermidades, entre elas obesidade, lesões articulares, fibromialgia, hipertensão e diabetes.
Além de ser relacionada ao aparecimento dessas doenças, a ausência prolongada de exercício físico faz com que o corpo sofra mudanças estruturais e metabólicas: a frequência cardíaca pode aumentar muito durante a atividade física, ossos e músculos podem atrofiar e podem diminuir a resistência física e o volume sanguíneo.
Brocreative/Shutterstock
Para médico americano, inatividade é o diagnóstico primário de doenças como obesidade,fibromialgia, hipertensão e diabetes
Para médico americano, inatividade é o diagnóstico primário de doenças como obesidade, hipertensão e diabetes
Essas mudanças no corpo afastam ainda mais o sedentário da atividade, porque, quando ele tenta fazer um exercício, se cansa rapidamente ou sente tontura e outros desconfortos.
Para Joyner, as mudanças metabólicas e as complicações bastam para que a inatividade seja considerada uma doença --e não apenas a causa ou consequência de outras enfermidades-- e o exercício supervisionado seja receitado.
"Se medicalizarmos a inatividade, como fizemos com os vícios do cigarro e da bebida, poderemos desenvolver programas de reabilitação formais que incluam terapia cognitivo-comportamental. Políticas públicas podem agir para limitar o sedentarismo", disse ele, ao site de divulgação científica EurekAlert.
TRÊS MESES
Na mesma edição do periódico, uma pesquisa mostrou que três meses de atividade física melhoram os sintomas de pessoas com um tipo de arritmia cardíaca. O estudo foi feito pela The University of Texas Southwestern Medical Center.
No seu artigo, Joyner diz que essa é mais uma evidência de que a atividade física monitorada deve ser o primeiro passo do tratamento de muitas doenças.
Para os sedentários que tentam começar a fazer exercício, o especialista recomenda que isso seja feito lenta e progressivamente. "Não precisa treinar para uma maratona. Comece com metas alcançáveis", afirma. Dez minutos por dia, três vezes por semana, já é um começo.

Fonte: Folha de São Paulo

Nota da AB: 
Achei bem interessante a sugestão de mudar a forma como enxergamos a inatividade.
Vamos nos mexer!
AB