sábado, 16 de junho de 2012

City-tour x ônibus hop-on/hop-off x nenhuma das anteriores

"Quem me conhece sabe da minha implicância com city-tour. Sim, eu sei que é prático. Sim, eu sei que rentabiliza o tempo. Sim, eu sei que o tour pode servir como uma ótima introdução à city, permitindo que você se localize mais rápido e possa voltar com calma aos lugares que mais chamaram a sua atenção.
Na vida real, porém, o city-tour tende a reduzir a experiência do visitante a um slide show em 3D — com a janela do ônibus fazendo o papel de monitor. Tá bom, tá bom. Vou tentar não ser tão radical. Há city-tours e city-tours, turistas e turistas.
City-tour convencional
Você e seu grupo sobem num ônibus, que faz algumas paradas durante uma manhã ou uma tarde. O modelo é bastante limitado. Como todo o grupo sobe e desce em todas as paradas — o que toma tempo — as escalas costumam ser poucas e espaçadas entre si. Esse tipo de passeio já entrou em desuso, e hoje resiste sobretudo para cumprir tabela como uma cenourinha a mais na composição de um pacote (7 noites, café da manhã, traslado e city-tour). Costuma servir também (para a operadora de receptivo) como uma oportunidade de venda de outros passeios — esses, normalmente, melhores.
(A propósito: não vamos confundir todo passeio de ônibus em grupo com city-tour em grupo. Existem bons passeios de ônibus em grupo que vão direto ao que interessa e servem muito bem a quem tem pouco tempo ou disposição para perrengues. A minha crítica é aos roteiros dentro das cidades, que não têm como não ser over-simplificados.)
Ônibus hop-on/hop-off
Desculpem o palavrão — mas ainda não foi cunhada uma tradução brazuca, e muitos de vocês já estão usando o termo com uma naturalidade espantosa :D
Para quem nunca ouviu falar, os roponropofes nada mais são do que aqueles ônibus panorâmicos, geralmente de dois andares (em algumas cidades, com o andar de cima aberto), que percorrem todo o circuito de atrações turísticas, passando em intervalos determinados.
O esquema é bastante superior ao city-tour tradicional, porque você pode descer onde quiser, ficando o tempo que precisar. O bilhete vale o dia inteiro — e costuma haver tickets válidos para dois ou três dias. O roteiro é narrado por meio de fones de ouvido em diversos idiomas. E o deck aberto é um lugar sensacional para fotografar a cidade.
A maioria das cidades muito visitadas oferece o serviço: Londres, Nova York, Paris, Barcelona (o de Madri não está operando mais), Lisboa, Buenos Aires, Berlim, Budapeste, Santiago
Mesmo com todas essas qualidades, o modelo não me entusiasma. Entendo perfeitamente quem curte, mas eu só recorro aos ropons em lugares onde pegar o transporte público vai trazer mais perrengue do que descobertas. Usei o esquema em Curitiba e em Dubai — e curti. Ainda quero experimentar o de Salvador. (O do Rio, que existiu no finalzinho da década de 90, era bárbaro — mas não deu certo.)
Duck Tours
Uma variante engraçada do city-tour: usa veículos militares anfíbios adaptados para o turismo, combinando sightseeing terrestre com um passeio pelo rio, lago ou canal que banhe a cidade. É oferecido em lugares como Nova York, Boston, Londres e Cingapura. Não substitui o circuito ortodoxo, mas vale como uma sessão de parque de diversões.
Por conta própria
Em toda cidade que oferecer transporte público fácil e civilizado, esta é a minha recomendação. Por quê?
Porque o city-tour organizado — seja ele convencional, seja hop-on/hop-off — não tira você da redoma. Atrações turísticas, em sua maior parte, são apenas isso: lugares que atraem turistas. São pontos de peregrinação. Atraem à sua volta todo comércio artificial voltado para os forasteiros. Lojas de souvenir. Restaurantes com menus ao gosto dos visitantes. Cafés over-careiros.
Costumo dizer que as atrações turísticas (e nessa incluo muitos museus) devem ser tomados como indicações de percurso. A viagem na verdade acontece entre um lugar e o próximo. É nesse caminho que você vai ser apresentado à cidade de verdade, vão acontecer as coisas mais memoráveis, a história particular da sua visita vai acontecer. É chato voltar para casa apenas com as gafes dos outros colegas turistas para contar.
Sempre que possível, vá com as suas próprias pernas: garanto que é mais colorido.
Tours alternativos
Para quem gosta de visitas guiadas, vale muito a pena pesquisar tours alternativos ao city-tourzão padrão. Há a barreira da língua, mas mesmo perdendo parte da explicação você acaba andando por cantos que talvez não percorresse, e conhecendo pessoas potencialmente mais interessantes do que as do deck do ropon. Caminhadas guiadas normalmente rendem passeios excelentes — no mínimo, você vai acabar parando em frente a lugares que poderiam passar despercebidos. Uma grande fonte para passeios não-caretas são as recepções dos albergues/hostels. Dê uma espiada mesmo se você não estiver hospedado."

Nota da AB: eu sou adepta do hop on hop off. Já utilizei em várias cidades. Gosto da liberdade que o serviço proporciona. Temos que levar em conta também a relação custo x benefício. Se você optar por percorrer os principais pontos turísticos por conta própria, de taxi, metrô ou ônibus, poderá gastar mais, se estressar e perder tempo (muito precioso se você só tiver poucos dias em cada destino).

Desculpem o hiato

Caros amigos,
Ao iniciar as postagens no blog, minha intenção era que isso fosse uma atividade frequente, quase diária. E continua sendo. Porém houve um probleminha que me fez ficar no "estaleiro" por alguns dias. E ainda estou nele, mas começando a botar o nariz de fora.
Por isso, peço desculpas pela ausência e rogo que continuem me dando alguns minutos de seus dias.
Como dizia Ibrahim Sued, polêmica figura carioca, "a demain que eu vou em frente"!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Começou a temporada em Campos do Jordão

Se você curte o ar europeu mas não pode atravessar o Oceano Atlântico na hora que quiser, se lembre que temos muitas cidades na América do Sul que podem aliviar a saudade ou a ansiedade de conhecer o Velho Continente.
Entre elas, Campos do Jordão pode ser a mais acessível. Está perto de São Paulo e, de lá, dá para ir de carro ou de ônibus. Tem muitos hotéis, dos mais simples aos mais sofisticados. No inverno, muitos restaurantes da capital abrem filiais temporárias. Mas há importantes representantes locais também, como o Baden-baden ou o Gato Gordo.
E tem o Festival de Inverno, evento internacionalmente reconhecido como de alto nível cultural, cuja programação você pode ver aqui.
Mas tem o lado mundano também, com baladas importadas da capital e até um shopping center temporário. Isso mesmo! Todo ano o empresário João Dória Jr. abre o Market Plaza com importantes grifes nacionais e internacionais. Veja foto acima. Nesta edição, vai funcionar de 06 de junho a 29 de julho de 2012.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Música preferida

Quando meus filhos eram bebês, e isso faz tempo, eu cantava esta música para embalá-los. É minha música preferida. Espero que gostem também.
Carinhoso, de Pixinguinha e João de Barro, com Marisa Monte e Paulinho da Viola.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Dica de cinema

Deus da Carnificina

Resenha por Miguel Barbieri Jr., na Veja São Paulo:

Encenada em São Paulo no ano passado, a peça homônima de Yasmina Reza ganhou uma versão cinematográfica do diretor de "O Pianista". Para quem viu a ótima montagem teatral, pode achar menos graça na comédia dramática. Isso, no entanto, não tira o brilho, a acidez e as divertidas reviravoltas de um texto engenhoso. Polanski abre e fecha seu longa-metragem com uma breve cena externa. A partir daí, o roteiro concentra-se apenas no apartamento de um casal de Nova York. Michael e Penelope Longstreet (papéis de Jodie Foster e John C. Reilly) vão selar um acordo de paz e, para isso, recebem Nancy e Alan Cowan (Kate Winslet e Christoph Waltz). O motivo do encontro: o filho dos Cowan deu uma surra no rebento dos Longstreet e este perdeu dois dentes. Depois de chegar a um consenso, eles tentam sair do imóvel, mas uma série de discussões em cadeia os faz permanecer por lá. Ambas as duplas travam duelos verbais aquecidos. A interpretação do fabuloso quarteto torna o programa ainda mais estimulante. Estreia prometida para 08/06/2012, em São Paulo e Rio de Janeiro.

Nota da AB: assisti à peça no Rio de Janeiro, no mês passado. Vale o ingresso!
Estou ansiosa para ver o filme, se passar por estas bandas daqui...

terça-feira, 5 de junho de 2012

Como arrumar uma mala de viagem

Estamos nas vésperas de um feriado e achei oportuno abordar este assunto. Para mim, a tal da mala é o calo da viagem. Mas se é inevitável, temos que tentar fazer o melhor. Veja as dicas que achei no site HowStuffWorks-Como tudo funciona. Veja aqui.

A mala é essencial em uma viagem, mas pode virar um estorvo quando arrumada sem critérios. Não é à toa que no Brasil o utensílio já virou sinônimo para gente chata. Existem alguns truques que ajudam na hora de escolher os pertences e organizá-los no espaço compartimentado, que parece muitas vezes ser insuficiente:
  1. Separe objetos de uso obrigatório - óculos, lente de contato, remédios e escova e pasta de dentes - e coloque-os em uma mala de mão, juntamente com passagens, uma muda de roupas para imprevistos, câmera fotográfica e objetos de valor;
  2. Embale produtos líquidos em sacos plásticos. Ganhe espaço usando embalagens reduzidas para shampoos, condicionadores e perfumes. Esse cuidado evita que roupas sejam manchadas em caso de vazamentos;
  3. Opte por roupas versáteis, que possam ser usadas de dia ou de noite e que permitam combinações;
  4. Escolha uma mala com rodinhas. No final da viagem, quando a mala certamente estará mais pesada, elas vão fazer diferença.





mala-de-viagem­

Separados os pertencentes, é hora de organizá-los na mala.
  1. Embale meias e roupas íntimas em saquinhos de tela ou de pano e coloque-os dentros dos sapatos;
  2. Coloque no fundo da mala os sapatos embalados em saquinhos. Opte por levar três pares de sapatos-coringa: um formal, um informal e uma sandália;
  3. Coloque as calças sobre os sapatos com as as pernas para fora da mala. Você só vai dobrá-las depois de colocar as outras peças. Elas não ficarão amassadas;
  4. Vire casacos e paletós do avesso e, com as mangas para dentro, dobre-os ao ao meio uma vez e coloque-os sobre as calças;
  5. Vestidos e saias também vão do avesso, dobrados ao meio, sobre os casacos e os paletós;
  6. Enrole camisetas e blusinhas e arrume-as sobre as saias e os vestidos;
  7. Enrole os cintos e os acessórios e coloque-os nos vãos livres. Se a viagem for de avião, não esqueça de colocar também os objetos pontiagudos embalados: alicates, tesourinha e lâmina de barbear;
  8. Agora dobre as pernas das calças que estavam para fora, cobrindo assim todas as coisas colocadas na mala.

Dicas
  • Roupas sujas devem ser colocadas em saquinhos para não se misturarem às sem uso;
  • Leve uma caixinha de costura bem pequena, para pregar um botão que soltou ou disfarçar aquele furinho que você não havia notado antes;
  • Personalize a mala, colocando uma etiqueta de identificação ou uma fita colorida, para que ela seja reconhecida facilmente no local de desembarque.

    Também achei interessante este vídeo. Dá uma olhada.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

NOIR, Le Lis

O bom gosto e a qualidade da Le Lis Blanc agora alcançam também o público masculino. A NOIR, Le Lis inaugurou sua primeira loja em São Paulo no início de abril. Desde então outras já foram abertas em várias cidades brasileiras. Ainda não há previsão de uma loja para Natal, mas se você for a São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília não deixe de conhecer a nova proposta para o homem elegante. Veja o site da NOIR, Le Lis aqui.
A nova marca investiu pesado na campanha de lançamento contratando o ator norte americano Matthew McConaughey para as fotos de divulgação e para a festa de inauguração. O sucesso foi tanto que a segunda campanha também terá o ator como garoto-propaganda da marca.

 

Com esta nova marca, a Restoque S/A, proprietária da consagrada Le Lis Blanc, amplia ainda mais seu leque de opções para conquistar e manter sua clientela. Veja as outras marcas da empresa:
Bo.Bô (feminina de luxo) http://www.bobo.com.br/
John John (feminina e masculina, mais casual, com foco no jeans) http://www.johnjohndenim.com/
Le Lis Petit (feminina infantil, funciona dentro da lojas Le Lis Blanc) Le Lis Petit
Le Lis Aroma (produtos para perfumar o ambiente e também para uso pessoal) Le Lis Aroma
Le Lis Casa (artigos de decoração) Le Lis Casa
Le Lis Beauté (maquiagem de alta qualidade) Le Lis Beauté

Dessa forma, a empresa se prepara para se firmar e se manter como uma das mais sólidas e confiáveis no mercado brasileiro, sendo sinônimo de atualidade, elegância, qualidade e respeito ao cliente.
AB

Força no protetor solar!


A foto acima foi divulgada na página inicial da UOL de hoje. Chamou muito minha atenção o estado da pele do homem que trabalhou por 28 anos como caminhoneiro, levando mais sol no lado esquerdo do rosto.
Aproveito a oportunidade para lembrar a todos sobre a importância da prevenção do câncer de pele, doença grave causada principalmente pela exposição excessiva ao sol.
Veja abaixo o texto integral da reportagem da UOL:

04/06/2012 
12h54
Rosto esquerdo de homem mostra efeitos da exposição crônica ao sol

Um homem de 69 anos apresentou um enrugamento da pele muito maior do lado esquerdo do rosto. O motivo? Os raios ultravioletas (UVA) que atingiram seu rosto durante os 28 anos em que trabalhou como caminhoneiro.
Os pesquisadores da Universidade de Northwestern, em Chicago, estudaram os efeitos da exposição sofrida pelo caminhoneiro durante esse período e o resultado foi publicado no New England Journal of Medicine.
“Os raios transmitidos pelo vidro do automóvel atingiram as camadas da epiderme e da derme superior”, afirmou Jennifer Gordon e Joaquin C. Brieva, os médicos envolvidos no estudo. Segundo eles,  a exposição crônica aos raios UVA podem resultar em um espessamento da epiderme,assim como a destruição das fibras elásticas e problemas na córnea.
Os médicos afirmaram ainda que os raios UVA promovem mudanças no DNA que podem levar à formação de câncer de pele. Portanto, além de uso de retinóides e filtro solar diário, os especialistas recomendaram ao senhor um monitoramento periódico para detectar um possível câncer.

sábado, 2 de junho de 2012

Almoço romântico em uma pequena ilhota em Paris

Anotem na agenda esta dica que vi no site Conexão Paris, que você pode ver aqui.
 
Les Chalets des Îles – almoço romântico em uma pequena ilhota


Para chegar, você precisa pegar um barquinho, que vai te levar até à ilhota onde fica o restaurante – Les Chalets des Îles.
Les Chalets des îles
A pequena ilha fica no Lac Inferieur do Bois de Boulogne, no bairro 16 de Paris.  A casa onde funciona o restaurante é um autêntico chalet suisso do século XIX comprado por Naopoleão III,  desmontado, transportado de trem e remontado no local atual. A partir de 1890, a casa se transformou em um café literário frequentado por Proust e Zola. Em 2001, o local foi completamente reformado para abrigar o atual restaurante.

Nos dias de primavera e verão, você pode se instalar nas deliciosas mesas que ficam na terrasse, do lado de fora. O lugar é delicioso, você terá a impressão de estar no interior da França – e não no meio de Paris.

Nos dias frios, as mesas dentro do chalet também não deixam a desejar.

O grande diferencial do lugar é a localização e o ambiente. Ideal para um almoço romântico. A comida não é a melhor, mas é honesta.
Para o almoço de segunda à sexta (exceto feriados), o local oferece fórmulas a partir de 24 euros. Para jantar e demais dias, o prato principal sai a partir de 23 euros.
Como ir: de metrô, pegue a linha 9 até a estação Rue de la Pompe. De RER, pegue a linha C e desça na estação Henri Martin. São 15 minutos a pé até o local.

Boa dica? A Lina do Conexão Paris é expert em ótimas dicas.
Acrescento para vocês o site do restaurante http://www.chalet-des-iles.com/index.html
AB

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O chic (e gostoso) acessível

-------------------------------------------
Sexta-feira, dia 1 de Junho de 2012

-------------------------------------------


Mil folhas de palmito pupunha com tiradito de pargo e vinagrete de limão siciliano.
ou
Ravioli de inhame com espuma de cogumelos e azeite trufado.

-------------------------------------------
Filé de cherne, alho poró tempura e molho de uva.
ou

Costeletas de cordeiro com castanha de cajú, baby espinafre orgânico e batata gratin.
-------------------------------------------
Sobremesas Olympe



Bon Appetit,

Chef Claude Troisgros


RESTAURANTE OLYMPE
Rua Custódio Serrão nº 62, Jardim Botânico, RJ.
Almoço sempre as Sextas-Feiras
de meio dia as 16.00 hrs.
Reservas: 55 (021) 2539-4542
Mastercard, Amex e Visa

A imagem e o texto acima fazem parte do e-mail semanalmente enviado pelo Restaurante Olympe, no Rio de Janeiro, a seus clientes cadastrados. Já tive o prazer de lá jantar. Que experiência boa!
Ao receber o lembrete desta semana, surgiu então a ideia de informar (ou lembrar a quem já sabe) que podemos conhecer restaurantes estrelados sem gastar um salário mínimo num jantar para dois.
Muitos destes templos da gastronomia fazem cardápios exclusivos para almoço, geralmente de segunda a sexta. Seguem aquela mesma linha que eu expus no post sobre a fórmula Peixe Urbano+Neruda, de 25/05/2012.
Para o cliente é ótimo poder conhecer um novo restaurante sem levar um susto na hora da conta, pois já sabe previamente o valor do menu do dia. Para quem já conhece, dá a chance de frequentar com mais assiduidade e trocar o almoço fast food ou em self service por uma alimentação mais elaborada e com grande conforto. Já para o estabelecimento é uma maneira de rodar estoque, manter equipe ativa e divulgar o local.
Pois bem, seguem abaixo algumas sugestões, além do já referido Olympe.

No Rio de Janeiro:
Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa, cujo site você acessa aqui. O menu executivo custa R$ 65,00, no almoço de terça a sexta, e inclui entrada, prato principal e sobremesa. Eu não conheço, mas uma amiga adorou quando foi lá.

Em São Paulo:
Começamos com um bem barato e muito gostoso, ao qual já fui várias vezes e nunca tive decepção. No Oscar Café, no coração dos Jardins, em plena Oscar Freire, o menu do almoço (entrada, prato principal e sobremesa) sai por R$ 33,20 e R$ 40,40 no jantar com uma taça de vinho. Dá uma olhada aqui.
Ali perto tem o Hotel Emiliano, em cujo restaurante é servido um menu executivo no almoço por R$ 53,00, com entrada, prato principal e guarnição. Para você ter uma ideia, no jantar o menu degustação com seis pratos custa R$ 188,00. Se for com harmonização de vinhos, passa para R$ 350,00. Confira aqui. Já fui no almoço e não houve erro, tudo perfeito. Ah! Acabei de ver o cardápio proposto para o jantar do dia dos namorados: R$ 1.008,00 por casal. Anota na agenda se você estiver em SP nesta data tão especial e quiser fazer um mimo para seu par.
Muito bom também o La Vecchia Cucina, do chef Sergio Arno, que serve o menu do almoço de segunda a sexta por R$ 58,00, com entrada, prato principal e sobremesa. Faz tempo que fui lá, mas o padrão deve ser o mesmo, tendo em vista as reputações do chef e da casa. Confira aqui.
Outro muito recomendável é o La Tambouille, de Giancarlo Bolla, ao qual também já tive a chance de ir mais de uma vez. O menu do almoço com couvert, entrada, prato principal e sobremesa custa R$ 75,00. Visite o site aqui e veja as opções do almoço clicando em "novidades". Vale ressaltar que o Sr. Giancarlo é grande apreciador de Natal e aqui já esteve várias vezes.

Soube que em Natal o novíssimo La Brasserie de la Mer, no Hotel Best Western Premier Majestic, serve um menu executivo no almoço por R$ 43,00, incluindo entrada, prato principal e sobremesa, de segunda a sexta. Ainda vou lá conferir. Se quiser fazer uma reserva, clica aqui e veja os contatos. O estrelado chef francês Erick Jacquin é o responsável pelo cardápio.

Lembre-se que estes preços não devem incluir a taxa de serviço de 10%.